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:: Novembro 19, 2008 ::
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Dia lindo, o de hoje. Por vários e diferentes motivos.
Um especial. Que podia ter passado desapercebido, no meio da tarde [mas não passou].
Que saudade, que saudade, que saudaaaaaaaaade da tranquilidade, das conversinhas, cafuné, cochilos, companhia silenciosa e inerte, da companhia super ativa!
Dos sequestros e sorrisos!
Da nossa liberdade!
Que saudade!!!!
GostoMuito!
Lindo!
Nhac!
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:: Denise 10:07 PM ::
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:: Abril 24, 2008 ::
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[Eu já disse que odeio ser sentimentalista hoje? Pois é, eu odeio.]
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:: Denise 3:52 PM ::
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.:Sensacional!:.
É um estado apaixonante, este que me encontro! E minha paixão nem é pela pessoa, é por todas as sensações, todos os segredos, olhares conversadores e transmissões de pensamento que acontecem. Eu acho essa sintonia a coisa mais impressionante de nós, meros humanos. E isso só enquanto se degusta as pequenas descobertas...
É uma sensação tão feliz! Não há comportamento “errado” que me faça desistir. Pelo menos até agora. Então, enquanto durmo e sonho com o que está longe, aproveito bem acordada pra viver esses sonhos possíveis e instigantes que estão por perto. Cada vez mais...
Quem não arrisca...
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:: Denise 3:36 PM ::
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:: Março 19, 2008 ::
.:Quando o mundo conspira a favor:.
Combina-se natureza, com um lindo dia branco e ensolarado, algum tempo livre e um seqüestro. Mistura-se com a timidez que momentâneamente foi guardada, um pedaço de paraíso particular e infinitas possibilidades. Começou como um sonho, transformado no escrito que nunca chegou ao destino. E então se fez real. Depois de derrubar a muralha, só resta o coração leve e os sorrisos. As dúvidas e esperar pela realização do que se sonha acordado, cada vez mais...
A delicadeza que conquista e acelera o coração, que desperta o sorriso mais tímido e sincero. Como criança a descobrir o milagre de viver. A sublime sensação de liberdade, mesmo que em sonho. Mesmo que apenas no desejo de quem não sabe até onde pode ir. Mesmo que somente enquanto a realidade não nos bate à porta e nos acorda até que possamos nos reencontrar no pensamento que adivinha vontades... até que o próximo sonho aconteça.
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:: Denise 8:08 PM ::
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:: Outubro 19, 2007 ::
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.:Felicidade besta:.
- Oi, liguei porque olhei pro céu agora e vi um sorriso de lua, aí lembrei de você.
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- Oi, tudo bem? ;^P
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- Oi, tudo bem. Eu tava dormindo, mas liguei só pra responder. [riso]
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- Você sempre consegue me botar pra cima, mesmo quando nem sabe que está fazendo.
*Uma coisa não tem nada a ver com as outras, embora as três sejam chuvas de alegria nas minhas noites*
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:: Denise 10:20 PM ::
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:: Setembro 12, 2007 ::
.:Conto de Fadas:.
Era uma vez, uma noite de lua cheia com eclipse. Na tarde dessa noite, um despretensioso encontro foi marcado. Veio a parte da ansiedadezinha que bateu, mas foi logo remediada com o encontro antecipado. Depois veio a parte da praia, quase deserta. E depois, a parte daquela bela garrafa de vinho do porto, bebida até o último gole. E um telefonema que acabou com o único compromisso que havia naquela noite, que então se tornou perfeita. Aí teve o que depois veio ser chamado de “mesmo lugar”. E a parte de cima do parquinho, coberta pelas árvores divinamente colocadas e recheado com as conversas mais agradáveis e bobas que alguém diz quando está se conhecendo. Já era quase dia e os sorrisos teimavam em não sair dos rostos. Sorrisos repetidos por muitos dias seguintes e algumas noites e madrugadas também. Mesmo com todos os desencontros.
Aí que deu saudade hoje, agora.
De quando éramos só a menina de vestido branco, e o menino de brinco de pena, perdidos numa terça-feira de carnaval pernambucano.
*E tudo foi real.
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:: Denise 8:39 PM ::
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:: Agosto 28, 2007 ::
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.:Plim!:.
- Oi. Quem é você?
- Aquela no céu, sentada no sorriso de lua e rodeada de estrelas.
Ah, também aprendi a voar. E quando a lua fica cheia, venho admirá-la aqui de baixo, banhar-me de sua luz prateada para poder iluminar as noites escuras sem você ao lado.
Sou a flor do dia. A luz da noite. Tudo o de mais belo e sutil quando assim merecem. Sou a delicadeza, o sopro de alegria, borboletas voando no estômago, chuva de sensibilidade, sorriso incontido na lembrança e a certeza da existência do amor.
E assim serei até o último dia.
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:: Denise 3:16 PM ::
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:: Julho 11, 2007 ::
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.:Sou uma planta:.
Paro no meio do dia, da noite, da madrugada. De repente. Os olhos, ainda agora brilhantes, transbordam. E choro, choro até secar. Às vezes, de tão seca é que consigo perceber que preciso lutar pra buscar a umidade que me faz germinar. Mas hoje, agora, transbordo. Até secar novamente e refazer o ciclo. Ou encontrar alguém que possa me regar.
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:: Denise 3:42 PM ::
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:: Junho 19, 2007 ::
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.:Da série "Sou dramática sim, e daí?". Sentimentalóide também, mas fazer o quê?:.
Da parte que gosto de chamar de boas lembranças. Aquela que registra a alegria de viver bons momentos. De dividir a calçada e os sorrisos, sabe? Isso, depois de dividir a expectativa dos encontros, a magia da descoberta do outro. Aos poucos, degustando, saboreando cada informação, cada detalhe do rosto, da voz. Percebendo os hábitos, a maneira de sorrir, de beber água, de dormir, de que o banho é demorado, de como os olhos apertam.
Lembrar de quando entrar no supermercado pegar aquela coisa sem a qual não se vive, mesmo que seja supérfluo, mas deixa a pessoa um ponto mais feliz, com um sorriso a mais no rosto.
Ser íntimo. Mesmo sem querer. Saber o que se quer ouvir: palavras, música, silêncio. Conhecer seu gosto, comida preferida, a cor que fica melhor nas roupas, escolher o tênis junto. Conhecer as bandas não conhecidas, vivenciar a realidade do outro.
Muitas vezes, nem precisa ser específico. Não precisa acertar na mosca. Muitas vezes, só a voz basta. A preguiça dividida basta. O ombro ou o colo bastam. Existir e saber-se disposto basta.
É... só mais uma ligação em mais uma noite de insônia, que você conhece tão bem, que você tanto preencheu com conversa, música, companhia. Sem medo do ontem ou do amanhã.
Mais uma vez, você preencheu o vazio.
Não quero mais fantasmas. Do passado, presente ou futuro. Só quero o real. O palpável, audível. Aquilo que posso sentir o cheiro e calor que emana. O gosto. O que foi registrado. O não-inventado. O que posso provar que é de fato. Ou foi. Quero mais minutos de vazio preenchido. Todas as palavras, olhares, gestos. Tudo o que me privaram, que me privei.
E logo, já, agora. No tempo inexistente do meu imediatismo.
[Isso foi escrito no dia 06 de novembro de 2006. Encontrei por acaso aqui nos arquivos. E me vi tantas vezes repetitiva. Repetindo algumas palavras que são suas, para outros. Quantas vezes fiz isso? Quantos enganos? Quantas tentativas - em vão - de achar o que não sei mais se vou encontrar outra vez. É tudo vazio. Todos são vazios, que eu teimo em tentar preencher, como te preenchi. Que eu tento dar todo o sentimento, toda a intensidade, toda a verdade e graça. Toda beleza e leveza da vida que levamos. Mas só o que tenho feito é gastar todos os meus lápis de cores mais vibrantes onde tudo é cinza e impermeável. E só perceber isso quando não tenho mais força pra colorir. Nunca mais seremos, e o novo ser é tão difícil de ter o mesmo encanto... ]
"A lua me chama, eu tenho que ir pra rua..."
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:: Denise 5:37 PM ::
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:: Março 29, 2007 ::
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Renato Russo mentiu quando disse que "temos todo o tempo do mundo". Ele só acertou quando disse "não temos tempo a perder". E todo o tempo que me sobra, mais todo o tempo que te falta, deveria chegar a um denominador comum. Não combino com nenhuma ciência exata, mas tem dias que essa relatividade me cansa.
Quero ter menos tempo. Quero que tenhas algum sobrando. Quero que nossos tempos se encaixem. Que nossas liberdades se encontrem mais. Quero não sentir essa saudade que não tem explicação. Que eu não sei exatamente do quê.
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:: Denise 11:33 PM ::
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